quarta-feira, 22 de abril de 2009

A História do Rock Beltrão - O rock está de volta

Ubirajara de Freitas em 13 de Julho de 2007

Rock Bel, anos 70.
Não se têm registros muito precisos, pois o rock, no Sudoeste do Paraná, na década de 70 e 80 era considerado, no máximo, um hobbie, se não uma faze que os pais torciam para passar logo. Associado ao sexo e às drogas, o rock sofria muito preconceito.

Medusa e The Bear - O rock beltronense iniciou talvez com uma banda chamada Medusa, cuja alguns componentes ainda moram em Pato Branco. “Parece que a banda acabou porque a polícia chegou numa festa e a banda estava participando de uma orgia. Tinha muita gente pelada e drogada. Essas informações não são muito precisas, pois já faz mais de 30 anos e as pessoas inventavam muito quando o assunto era rock. Tinha muito preconceito, então as bandas tinham que tocar de tudo, porque assim passavam a ser conhecidas como banda de baile. Mais tarde minha banda, chamada The Bear agitava os bailes em Nova Concórdia tocando Credence e a turma ia ao delírio”, relembra Zé Ramos.

Rock Bel anos 80

O cenário do rock brasileiro era propício somente no Rio, São Paulo e Brasília. No interior, ainda hoje, pouca coisa mudou e na década de 80 as informações chegavam muito atrasadas, portanto as bandas dessa época sofriam de várias formas: primeiro por causa do preconceito, segundo pela dificuldade de se gravar um LP (custava cerca de 40 mil reais apenas mil cópias, fora as despesas para se manter em outra cidade, pois no Paraná só existia uma ou duas gravadoras). Os instrumentos além de serem caríssimos era algo raro por essas bandas, até um simples disco era difícil de encontrar, só existia na HM e na Discorama. E terceiro pela falta de espaço, pois as oportunidades eram somente nos festivais ou festas particulares. Era difícil os bares onde uma banda regional tocasse (talvez na Varanda). Mesmo assim algumas bandas se destacaram:

Cano de Escape – Foi a primeira banda da geração Coca-cola, ou seja, que só tocava rock. “Começamos em 1984 (Diomar Martini - o “Nick” (guitarra e voz), Paulo – “Banana” (bateria), Miguel Perondi (guitarra), Moacir e Hamilton – “Até logo” (baixo). Colocamos um captador no violão e a palheta era um pedaço de pote de ximia, compramos um amplificador via correspondência e a bateria era improvisada com cesta de vime e cabo de vassoura. Tocávamos no porão da casa dos meus pais e depois conseguimos um espaço no antigo teatro municipal (atual Ed. Real Center)”, explica Banana. Depois entrou o Jair e logo em seguida a banda acabou.
Situação Crítica: Foi precursora da Cano de Escape, com Jair (guitarra e voz), Maguila (bateria), Osnir (baixo) e Nick (guitarra e voz). “Minha guitarra fui eu mesmo quem fiz e na Expobel de 1986 (foto) a banda Metrópole elogiou. Nos apresentamos até em Cascavel, num festival de rock promovido pelo Joarez Store, da Tarobá”, relembra Jair.

Tumor Puss: Com Alemão na voz e guitarra, Carlão no baixo e Jota na Batera, o Tumor Puss fazia parte de um grupo descolado de amigos que resolveram tocar as composições do Eliacir Henrique Romanini, o Caxuxo – “Um dia desses, de manhã bem cedo, enrolei meus sonhos numa seda macia, me baseei nos fatos que aconteciam... Essam eram as músicas do Tumor. Foi uma época inconseqüente, mas não me arrependo. Tumor Puss é passado, hoje tenho um estilo totalmente eclético nas minhas composições, devido aos jingles que faço para as empresas e toda a experiência musical que adquiri durante os anos. Agradeço ao meu falecido pai que me deixou um violão, uma caixa de som, alguns discos e um forte apreço pela música”, emociona-se Alemão.

Escória – Jair (guitarra e voz), Maguila (bateria), Roger Marcelo (guitarras), Cézar Flessak (Teclado), Jaime (vocal) e Fábio no baixo. “Essa foi uma das melhores bandas da região, tínhamos até um técnico de som, o Luiz e começamos a ter uma lado mais profissional, com contratos, fazendo aberturas de grandes shows, inclusive na Expobel”, diz Carlos (Maguila).

Reba Z9 – A banda iniciou em 1987 como a precursora do punk no Sudoeste. Desde o início os integrantes (primeira formação) Bira (bateria), Fábio Meoti (guitarra e voz) e Cezar Aguero (baixo) optaram pelas composições próprias no repertório, que incluía, dentre outras, Rosa Purpurina, que tocou em primeiro lugar nas rádios durante vários meses. Apesar de Rosa Purpurina completar 20 anos continua na voz e nas rodas de violão das novas gerações. “Depois de assistir o Rock in Rio nunca mais fui o mesmo. Voltei obcecado para formar uma banda a ponto de nós mesmos montarmos os próprios instrumentos. A primeira vez que vi uma guitarra na loja me decepcionei quando soube que precisava de caixa de som, cabo e pedal para fazê-la funcionar. A bateria era composta de gaiola de passarinho, placa de sinalização e caixas de tomate. Tive apenas três aulas de violão na Igreja Irmãos Menonita e me ensinavam só sertaneja”, completa Bira.

Domínio Insano – Celso Saccol (guitarra), Paulo “Banana” (guitarra), David (baterista), Chico Fagundes (1.º baixista), Renato Tesser (2.º baixista) e Ader (vocal). “Eu e o Saccol gostávamos de rock pesado e pensávamos que a gente tocava guitarra. Convidamos um loco que ia no Mário de Andrade com os discos do Iron Maiden em baixo do braço e ensinamos ele a tocar bateria, era o David, depois entrou o Ader, mas toda a vez que tínhamos show ele tava preso no quartel”, conta Paulo.

Rock Bel, anos 90
É impossível citar o nome de todas as bandas que existiram, algumas tiveram um breve passagem, outras nem saíram das garagens, mas Profecia, Chumbo Dirigível, Carmina Burana e Paraná Blues foram as que mais se destacaram na década de 90, gravando CDs.

Hoje em cada esquina existe uma banda e a maioria dos adolescentes tocam um instrumento, é um hobbie sadio e cultural. Essa evolução se deve ao rompimento das barreiras pelas bandas mais antigas e gradativamente a diminuição das dificuldades. As escolas de música também tiveram uma participação importante neste avanço das novas bandas, com técnicas de guitarra, baixo e bateria e outras atualizações de repertório. Um dos músicos que mais contribuíram com isso foi Gabriel Elvas, que realizou sua 4.ª Jam Session com o encontro de novos músicos e veteranos do rock.

Nova Geração
Beibbe Lee - Composto por Mauricio no Baixo, Giovani na Bateria, Didão na guitarra e Marcos guitarra e vocal. Apesar de terem iniciado há apenas três meses a banda já possui um vasto repertório de diferentes épocas. Sua estréia será na festa “Rock’n’Roll Night”, dia 20 de julho, na chácara do Banestado, junto com as bandas Paraná Blues, Chumbo Dirigível e a ilustre participação de Lico Candeias, guitarrista paulista de blues.

O que você anda lendo?


Por Lucas Carniel

Conheço muita gente que bate no peito e com muito orgulho afirmando que não gosta de ler e que isso (como se fosse uma coisa nojenta e abominável) é coisa de “bicha”. Até mesmo alguma das autoridades mais importantes do nosso amado e idolatrado país sempre que tem a oportunidade asseguram sem o mínimo de pudor que NÃO GOSTA DE LER (sem citar nomes, por favor rsssss).
Lançado no mês de novembro um site de relacionamentos vem experimentando um interesse crescente pelos usuários explorando um assunto que uma enorme parcela da população já se mostrou não muito adepta: a literatura.
O Skoob (livros, ao contrário, em inglês) é uma rede social (como Orkut, Facebook e outros tantos) que, além de fazer com que pessoas que jamais se veriam na vida se conheçam e até mesmo façam amizade (até aí nenhuma novidade, conheço uns trocentos sites que já fazem o mesmo), faz com que os usuários discutam, critiquem e troquem experiências literárias, fazendo da internet (espaço que, infelizmente, muita gente não usa de maneira devida, prova disso são as pesquisas que mostram o grande número de funcionários que acessa sites pornográficos nos escritórios) uma importante ferramenta rumo a intelectualização dos brasileiros e, consequentemente, o desenvolvimento cultural do país.
A rede social, criada por Lindenberg (já ouvi esse nome em algum lugar rsssss) Moreira, foi criada com a proposta de levar à internet as discussões que ele e seus amigos tinham sobre os últimos livros que haviam lido. Só que a grande surpresa foi que o Skoob não ficou apenas entre os amigos e se expandiu para todos os amantes dos livros. A alta procura após divulgação em blogs e sites de longo alcance fez com que o criador liberasse o site para o público em geral no começo deste ano. No começo de janeiro eram apenas 300 usuários. Na última semana a marca já tinha batido os 5 mil e 900, com 4 mil e trezentos ativos, ou seja, cadastrando livros ou se relacionando com amigos.
O site brasileiro segue os mesmos modelos dos congêneres americanos, tais como BookSprouts e Shelfari: na sua prateleira o usuário elenca todos os livros que leu, que está lendo ou que lerá e pode tornar-se amigo de outros usuários ou acompanhar o que ele atualiza no seu perfil. Na primeira página o internauta se depara com os livros mais lidos ou com os recentemente postados. Obras que vão de J. K. Rowling, Stephanie Meyer, Dan Brown, Stephen King até a série de livros infantis da Vagalume podem ser encontradas no site e até mesmo livros direcionados ao público espírita, católico...
O Skoob se prepara para testar um modelo comercial para se manter na ativa mesmo com o estouro da bolha online: parcerias com livrarias e editoras para tentar transformar os acessos em vendas. Resta saber se o gosto brasileiro pelos best-sellers é suficiente para justificar uma editora ou livraria a pagar pela rede social. Até agora, o Skoob tem dado motivo de sobra pra começar a faturar. Vejamos no médio prazo.
Particularmente achei a ideia muito boa, descobri muitas obras e indiquei outras tantas para os usuários. Mas no meu caso não vale, é muito fácil, pois ler é um dos meus maiores hobbies. Entretanto, imagino que o site pode ser uma grande ferramenta para que cada vez mais e mais pessoas finalmente (e até tardiamente) despertem o gosto para a literatura.
Acessa lá www.skoob.com.br.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Beltronenses criam a BuraculoTV

Por Carlos Peruffo em julho de 2008


Marco Detoni e Eduardo Quintana no momento em que discutiam sobre seus egos

O endereço é http://buraculo.net

A BuraculoTV é quase um programa de televisão, a diferença é que é na internet, o termo correto seria podcast. O primeiro episódio, chamado SustenidoUm, lançado dia 4 de julho, traz os amigos Marco Detoni, Eduardo Quintana e Marco Antonio falando sobre temas aleatórios, como o vestibular e a escolha da profissão durante quase 18 minutos.

Com mais humor do que sensatez o trio pioneiro proclama a regionalização da geração 2.0 de comunicação em vídeo através de internet. O site, em forma de blog, é bem simples e tem espaço para que as pessoas dêem a sua opinião. Os roteiristas prometem um segundo episódio mais divertido e menos piegas.

ArgoArgs (Marco Detoni) foi quem começou a história. Ele é estranho e tem personalidades múltiplas. Com uma idéia na cabeça a um bom tempo, Argo tentou reunir um pessoal. Conseguiu e deu nisso. Com o tempo uma galera legal foi reunida, e com isso, gravações começaram.

DarkHide (Marco Antonio) – O guitarrista prodígio brasileiro. É o mais novo de todos, mas quando abre a boca é pra falar de verdade! O que acontece muito pouco.

HashFive (Eduardo Quintana) – Individuo sério. Muito sério. Complicado compreender e muitas vezes, nerd. Tem um carro importado com rádio e teto solar.

AJ (Câmera) – Não se sabe muito sobre ele. Apareceu um dia com uma câmera e fez amizade com a galera. Suspeita-se de sua nacionalidade, mas, imagina-se que seja de outro planeta.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Radiophonics: o sonho começa agora

Por Cristiane Sabadin
Quatro rapazes, quatro estilos diferentes que se uniram e formaram um som único e inconfundível: a Radiophonics. A banda juntou dois integrantes de Francisco Beltrão, Digão (vocal) e Marcelo (bateria), e outros dois da cidade vizinha Pato Branco, Brod (baixo) e Jabuti (guitarra). Formada em 2004, a Radiophonics uniu nos quatro músicos o melhor do rock e pop do Sudoeste do Paraná.
Após uma pausa de um ano, onde os integrantes seguiram por caminhos e países diferentes, retomaram os trabalhos e começaram a conquistar o reconhecimento de fãs tocando em bares da região; a banda colocou o pé na estrada e partiu para desafios maiores. A Radiophonics tocou em São Paulo. O primeiro show na capital foi na Outs, um rock bar idealizado por frequentadores do circuito musical alternativo, localizado na tradicional Rua Augusta. Na casa que já recebeu em seu palco bandas nacionais e gringas, os meninos da Radiophonics deixaram sua marca: o bom e velho rock do Sul do país. Vale ressaltar que a Outs foi considerada pela revista Veja um dos bares mais underground do país. A banda passou também pela Mata Café, no bairro Itaim Bibi — o bar já foi palco todas as quintas-feiras da banda de Junior Lima. E os meninos já estiveram por lá.
Na bagagem durante as viagens para cada show, os Radiophônicos levam o talento e carisma de meninos interioranos, com jeito de sobra para encarar o país. Pelos bares onde tocam ganham mais adeptos do som dançante e das letras papo-cabeça de Digão. Letras que colocam para fora o que uma galera inteira pensa e quer dizer: fala de amor, amizade, família, dúvidas, sofrimento, alegria. As belas composições de Digão enfim ganham vida na voz inconfundível e única do vocalista, nos rifes de guitarra de Jabuti, no baixo bem traçado de Brod e nas batidas ritmadas de Marcelo.
O quarteto tem na cara, e especialmente na ideologia, a influência de outro quarteto histórico: John, Paul, George e Ringo, The Beatles. Mas a lista dos ídolos que despertaram nos quatro meninos a vontade de seguir o caminho da música é longa. Agora, após cinco anos na estrada, a banda acaba de gravar seu primeiro CD independente. A Radiophonics começa a ganhar a certeza que os fãs já têm desde os primeiros shows e ensaios na garagem: “vamos ser a melhor banda do Brasil.” Ninguém duvida.

Cristiane Sabadin é jornalista do Jornal de Beltrão, fã incondicional e radiophônica assumida.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Exclusivo! Banda sudoestina lança CD na internet




O endereço é www.tramavirtual.com/radiophonics


A banda Radiophonics disponibilizou seu 1º CD com 10 músicas na internet. O grupo já existe há quase quatro anos e possui quatro integrantes em sua formação com uma vasta experiência no ramo musical tendo tocado em várias bandas da região.

Quem não se lembra da música “Fuscão Preto” que foi o tema da gincana da independência. Talvez o compositor Rodrigo já esteja cansado de ouvir esta referência, mas com certeza foi o single que coroou o grupo Supersonique, propulsor da carreira dele com dois discos gravados.

A banda Radiophonics com músicas criativas e melodias ainda mais grudentas mistura toda a história dos músicos ao estilo inigualável. Infelizmente o grupo deve se contentar em disponibilizar seus hits na internet gratuitamente, já que o paradigma da boa música está ilustrado apenas nas capas das grandes gravadoras que cospem seus hits aos ouvintes menos racionais.

Em entrevista à redação, Rodrigo se esquivou quando perguntado sobre quem compõe as músicas. “Eu acho meio chato falar sobre isso. Todos na banda ajudam”, disse. Segundo ele o foco da banda é achar uma gravadora. “Não quero ganhar dinheiro com a música, só quero que ouçam e apreciem a nossa arte”, finalizou.

Rodrigo Castellani e a Radiophonics




Giancarlo Rufatto

Se existe um cara que deveria ter sua carreira musical reconhecida no estado Paraná, este cara é Rodrigo Castellani – vocalista e guitarrista da banda Radiophonics.

Ouço falar deste rapaz e de suas bandas desde que tinha 15 anos e estudava no Cefet de Pato Branco – no sudoeste do estado. Digão - alem de ser um ótimo compositor, é o melhor cantor que eu já vi cantando rocks em português, faz parecer fácil o ato de subir e descer oitavas da voz. Na época, enquanto estava por ai brincando de carrinho, o rapaz já estava gravando seus primeiros trabalhos com a Camonha – uma banda grunge bem nos moldes de Soundgarden e Pearl Jam. O Camonha sobreviveu até meados de 2000, gravou algumas demos (e participou da mesma coletânea “poprock mania” que a minha banda da época – a Julian Trip) e um cover de Fuscão Preto – um clássico do nosso cancioneiro popular.

Escudado por seu irmão Rafael Castellani, em meados de 2001 a Camonha passou a se chamar Supersonique e esta foi a melhor banda que a região mais pobre do estado do Paraná teve (posição esta disputada páreo a páreo com a Eu e Mais Dois). Gravaram dois discos, o primeiro – “O Monstro mais popular entre os seus fantasmas” chegou a tocar em rádios da região, foi base para vários shows que vi em todas as bibocas que abriam e fechavam sempre nos mesmos pontos das cidades de Pato Branco e Francisco Beltrão. A produção ruim do primeiro disco foi consertada no segundo “Dinastia Invisível”, um ótimo disco de rock cheio de hits radiofônicos (ouça “docinho” no Myspace e comprove o tino pop), mas que infelizmente quase ninguém ouviu.

Atribuo grande parte do ostracismo e do desconhecimento da existência de música pop feita nesta região ao deslumbramento e a total falta de know-how dos próprios músicos para com as manhas do entretenimento. Caras como Otavio Keulbeck (que também fez parte da Supersonique) que, em seus shows se apresenta para centenas de pessoas, é sucesso regional - dentro de um raio de mais ou menos 200km - mas ninguém no ramo da música pop fora informado de sua existência até hoje. É como se houvesse uma barreira invisível que impedisse os músicos e suas canções de cruzarem o estado. Com o Supersonique o processo foi o mesmo, ótimos músicos com ótimas musicas, mas que falhavam na etapa seguinte – a da divulgação e, isso nos leva à Radiophonics, banda que Digão montou após o fim da Supersonique.

A banda acaba de lançar uma bela canção no Myspace - Mosaico que provavelmente será um sucesso na região sudoeste, mas e fora dela?

(...)

sexta-feira, 13 de março de 2009

Banda Hey Jack em busca do espaço

Marcelo (guitarra), Matheus (baixo), Carlos (bateria), Pedro (vocal) e João (guitarra)

A adrenalina do palco te faz esquecer os problemas
Pedro Gabriel Bandeira


A banda Hey Jack com 3 anos de existência e 5 componentes dá exemplo de dedicação e força com 3 músicas gravadas e um projeto para o lançamento do primeiro CD ainda este ano em um cenário onde o rock é deixado de lado e as competições entre as bandas são acirradas.

“Estamos cientes que a dificuldade de uma banda de rock em nossa região, e até mesmo estado, para usufruir do conhecimento do público nacional é grande. No Rio Grande do Sul ou São Paulo as bandas deslancham por que essas regiões são mais culturais, têm um povo mais inteligente”, explica Matheus, contrabaixista e segunda voz da banda.

“Sabemos que estamos começando uma batalha principalmente num momento em que os talentos sudoestinos estão indo morar para outras cidades em busca de melhor educação e melhor renda”, enfatiza Pedro, vocalista e compositor. “E também num lugar onde o rock é deixado em segundo plano pelas boates que começam inchar de aparatos eletrônicos ou a contratar duplas sertanejas para alegrar as noites boemias de nossos consumidores”, completa o guitarrista Marcelo.

“As mesmas pessoas que gostavam do rock clássico de antigamente, hoje estão mais conservadoras, ouvindo outros estilos e cobrando um corte de cabelo aparado de seus filhos ou empregados”, diz João, o guitarrista. “Nossa intenção agora é fazer shows e eventos para arrecadar dinheiro e gravar o nosso primeiro CD, e isso é muito difícil, também por que muitos CDs de bandas de nossa região não foram pagos com o dinheiro dos shows, mas sim com a ajuda dos pais ou com o dinheiro de outros trabalhos”, finaliza.

E o problema não se resume a isso. Os rockeiros sentem-se pressionados pelos metaleiros que parecem ser uma tribo distinta. “O que eles querem são solos pesados de guitarra” explica o metaleiro e guitarrista da banda, Marcelo. “Eles nos discriminam pelo estilo que temos, pelo corte de cabelo, pelas roupas. Se o boné está virado nos chamam de punk, se o cabelo está caído nos chamam de emo. O que vale é o nosso caráter e não peça de roupa ou a grife que usamos”, se defende Matheus.

Eles apóiam que deveria haver uma maior cooperação entre as bandas para a criação e manutenção da cultura sudoestina. Foi pensando nisso que o baterista Carlos Augusto agradeceu aos amigos pelo apoio, “Principalmente àqueles que ficam em frente às casas de shows durante para terminar de vender os ingressos” e mencionou que ninguém da banda é contra outros estilos, “Somos todos ecléticos”, finaliza.

“Nós temos amigos e estilos diferentes e nem por isso nos tachamos ou brigamos. É claro que fizemos gozações mesquinhas entre nós, mas não é nada sério e pegajoso”, fala João. O compositor Pedro avalia que o verdadeiro músico tem que ser eclético. “Eu e o Marcelo tocávamos rock pesado e não deixamos de ouvir o estilo popular, não nos convertemos para nenhuma seita”, comenta Pedro.

Como se isso não bastasse o grupo dinamiza a realidade de que os eventos governamentais ou empresarias apoiadores da cultura da criação e produção no estilo são escassos e de que em toda a região os donos de casas de shows trazem apenas grupos sertanejos, pagode ou eletrônico, foi o que João comentou. Nós temos em mente criarmos coisas mais comercias para agradar os pré-adolescentes e adultos também sem fugir do nosso estilo, comenta Matheus. “Antes locais como o boliche lotavam em alguns minutos. Mas hoje não há mais espaços apoiadores”, desabafa João.

A responsabilidade agora é redobrada. Os pais Pedro, 16 anos, e Marcelo, 17, devem aliar dois trabalhos e a família, e ainda tentar o sucesso. “Eu sempre quis ter um filho, mas não imaginei que seria tão cedo.”, comenta Pedro que dá aulas de bateria e violão na escola Arte & Som e se dedica às composições e ao filho nas horas vagas. Ele diz que o nascimento do filho, que já tem 9 meses, não prejudicou em nada a sua vida, “Muito pelo contrário. Isso me mudou para melhor, me fez abrir os olhos e pensar mais na conseqüência de minhas atitudes e ter mais responsabilidade e dedicação aos compromissos.”

Marcelo, que largou os estudos e trabalha na recapadora Remobel, diz que tomou um susto no início quando recebeu a notícia do filho que está para nascer em fevereiro. “Pensei: E agora? Vou ter que ter mais cabeça.”

Perfil dos Integrantes

Pedro Gabriel Bandeira, 16 anos, que vai cursar o terceiro ano do ensino médio, é compositor e vocalista, nascido em 20/09 na cidade de Dois Vizinhos. É católico e gosta de filmes no estilo comédia e cita O Poderoso Chefão e Juno. Livros: Bem encapados e guardados. Música: de preferência rock como Detonautas e Nx Zero. Ídolos: Tico Santa Cruz, vocalista do Detonautas, por que é um cara com atitude, meu pai e Dinho do Mamonas por causa de sua garra. Cozinha: paçoca e lasanha. Hobby: compor. Bandas que já tocou: High Voltage, Mr. Hyde e Overlock.

João Paulo Ruaro, guitarrista e segunda voz, 16 anos, nascido em 29/09 em Francisco Beltrão, católico. Cinema: musical e aventura. Filmes: Rock Star e Além Da Linha Vermelha. Livros: Fortaleza Digital. Música: eclético. Bandas: AC/DC, Raimundos (antigo), Dream Theater. Ídolos: Jimmy Bag. Cozinha: Salgados. Hobby: tocar violão, ouvir musica e academia. Bandas que participou: High Voltage. Ele faz entregas com seu pai que possui a empresa Iraci bolos e cursa o ensino médio técnico na UTFPR.

Matheus Belin Sueza, 17 anos, nascido em 18/10 na cidade de Drassena - SP, é católico, gosta de filmes de guerra baseados em fatos reais e comédias como Circulo De Fogo, A Lista de Schindler, Tenacious D. Livros: O Santo e a Porca, Dom Casmurro, Um Sonho No Caroço De Abacate. Música: eclético. Banda preferida: Slipknot, Linkin Park, Avenged Sevenfold, Iron Maiden e Mamonas Assasinas. Ídolos: O Dinho do Mamonas nasceu na cidade onde eu morava e Victor Wotten. Cozinha: Pizza, Lasanha, X, Hambúrguer, faço minha própria comida. Hobby: futebol, academia e namorar. Bandas que participou: High Voltage como guitarrista. Possui o ensino médio completo e trabalha na gráfica Berzon.

Marcelo Alérico, guitarrista, 17 anos, nascido em 30/06 na cidade de Francisco Beltrão, católico, gosta de filmes de comédia como Os Gatões e Super Herói. Livros: Gibi De Super Herói Da Biblioteca Publica: Música, Metal Pantera, Black Sabath e Iron Maiden. Ídolos: Steve Vai, Yngwie Malmsteen e Joe Satriani, por que os solos de guitarra deles são arrepiantes. Comida: pão, cerveja e churrasco. Hobby: tocar violão, beber e sair caminhar. Tocou nas bandas Sombra Sonora, e outros dois projetos de heavy metal. Parou de estudar para trabalhar.

Carlos Augusto Rosa de Freitas Junior, baterista, 18 anos, nascido em 23/11 em Ponta Porã - MS, católico, possui o ensino médio completo e vai cursar Sistemas de Informação. Cinema: comédia adolescente e suspense. Filmes: American Pie, O Mistério Da Libélula e Efeito Borboleta. Livros: só leio revistas em quadrinhos quando vou ao banheiro e o Botequim. Bandas: Limp Bizkit e Gloria. Música: pop e rock. Cozinha arroz, feijão, carne e pimenta. Hobby: namorar, computador (Orkut e MSN), escutar música, malhar.

sábado, 7 de março de 2009

Banda Vitrolla a Gás inicia gravações do seu CD

Marco Antônio Tesser Pereira “Dark”, guitarrista e segunda voz, Marcos Vinicius Rodrigues “Carvão”, vocalista, Rodrigo André Tartari “Neuro”, contra-baixo e Jhonatan Trindade Picini “Half” na bateria.



A banda se prepara para gravar seu CD até o final deste ano com pelo menos 7 músicas próprias; Duas composições já estão sendo gravadas

“Esta música fala sobre as pessoas que gostam de falar da vida dos outros e não enxergam um palmo a frente do nariz.” É assim que Marcos Vinicius Rodrigues, vulgo Carvão, vocalista e fundador da banda, define a sua composição de nome A música que você odeia ouvir (trecho:“Já não me importo mais com o que vão dizer / Você não deveria se importar tanto com o que eu faço / Você consegue ver as cicatrizes de sua alma no espelho”) que estará no primeiro CD do grupo.

A banda beltronense esteve recentemente em Foz do Iguaçu se apresentando em uma das casas de shows mais badaladas de lá, a Zeppelin Old Bar, especializada em Rock. Nesta casa a banda sentiu-se confortada com a sinergia entre o público. “O nosso objetivo é explorar os espaços e expandir os horizontes por que em Francisco Beltrão não temos isso, lá em Foz há pelo menos 3 casas especializadas e aqui não tem nem uma. A verdade é que a cidade não valoriza os talentos que tem, o pessoal valoriza mais os artistas de fora da cidade.”, completa Carvão.

O baixista Rodrigo André Tartari é o responsável pela criação da single Madame Caroline que esteve sendo composta desde outubro e agora está em estúdio para ser gravada. Segundo o guitarrista e segunda voz Marco Antônio Tesser Pereira a música fala de meninas descompromissadas e esnobes (trecho: “Em seu apartamento ela confessa que consegue tudo o que quer / Que nunca serei o cara certo / Eu nunca serei ninguém”).

História


“Ao voltar de Cascavel, pouco antes do início de 2008, recrutei a criançada para formarmos uma banda de rock clássico e indie rock. De início chamei o Marco Antônio e ele aceitou, além disso, ele já tinha um baixista em mente, o seu coleguinha Rodrigo Tartari Neuro”, diz Carvão. A banda teve três bateristas desde a sua formação inicial que antecederam o atual baterista Jhonatan Trindade Picini, o Haralan e o Maguila que também tocava na banda Paraná Blues.

Visão


Carvão afirma que o nível cultural de Beltrão é muito limitado no tratante ao rock. Marco explica que parte disso deve-se ao comportamento das pessoas de se acomodarem e também ao fato de que não existe mais a censura de antigamente, “As pessoas não tem mais do que reclamar”, finaliza.

Para Jhonatan “Half”, o rock é uma arte e um modo de expressão, deturpado pela mídia que historicamente sancionou o seu lado negro. Resultado disso é a popularização de um negócio muito lucrativo, o funk e o sertanejo, que massificaram a diversão com o sensualismo e a contraversão com as letras apelativas, tomando o nosso espaço em casas e boates de toda a região, explorou Carvão. “Por isso vamos trilhar um caminho mais comercial a partir de agora”, explica ele.

“Eu e o Rodrigo Neuro somos constantemente criticados por trocarmos o roque pesado pelas músicas mais calmas e comerciais, as pessoas nos discriminam por isso”, disse Marco Antônio. Jhonatan enfatiza que essas críticas devem ser tratadas para o crescimento pessoal e do grupo. O importante, segundo Marco, é não parar de tocar e estar sempre estudando e evoluindo. “Em outras palavras, é a teoria da evolução de Darwin que estamos pondo em prática”, explica Carvão.

Além da gravação do CD com sete músicas, marcada para o final deste ano, estamos em contato direto com um promoter que nos agencia shows em outras cidades, diz Carvão.

Perfil dos Integrantes

Abertura do show do Paul Di’Ano,
primeiro vocalista do Iron Maiden, em
Pato Branco no Bauhaus.



Marcos Vinicius Rodrigues (vocalista), 28 anos, aniversário em 17/09, cristão, gosta de filmes de terror, todos de George Romero (Madrugada dos Mortos, Dia dos Mortos, A Noite dos Mortos e o Diário dos Mortos. Lê livros de filosofia e gosta do “Assim Falou Zaratustra” do Alemão Nietzsche. Música: alta e barulhenta. Artistas: Little Joy, The Killers, The Beatles. Ídolos: vocalista do Alice in Chains (Layne Staley) Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam, Dolores O'Riordan, vocalista do The Cramberies por que os timbres de suas vozes são únicos. Cozinha: quente. Seu hobby é cantar. Contato email/MSN: carvaooo@hotmail.com


Rodrigo André Tartari (baixista), 17 anos, aniversário em 20/02, católico. Gosta dos filmes Pulp Fiction, Medo e Delírio em Las Vegas e Clube da Luta e do gênero de suspense. Suas bandas preferidas são Pearl Jam, Led Zeppelin e Megadeth. Seus ídolos são Cliff Burton, baixista do Metallica e John Paul Jones, baixista e tecladista do Led Zeppelin, por que tudo que fizeram no meio musical esta sendo usado como estudo e pela atitude deles. Livros: Coleção Vagalume (risadas). Cozinha: churrascada, cerveja e salada. Hobby: tocar. Contato MSN/email neeurao@hotmail.com

Marco Antônio Tesser Pereira, 17 anos, faz aniversário em 17/05. Gosta de filmes do gênero ficção e musicais. Dos que já assistiu gostou de Across the Universe, Rockstar, Detroit Rock City, A Liga Extraordinária, Hancock. Livros: O Médico e o Monstro, Fernão Capelo Gaivota, O Pequeno Príncipe. Música: Hard Rock e um pouco de cada estilo. Ídolos: Angus Young, Malcolm Young, Marty Friedman, Zakk Wildy, Dimme Bag Darrell, Synyster Gates. Cozinha sanduíche e tudo o que for salgado. Hobby: dormir. Contato MSN/email lennon__@hotmail.com

Jhonatan Trindade Picini, 16 anos, faz aniversário em 28/01, católico, filmes de suspense como V de Vingança, O Som do Coração, Horton, O Mundo dos Quem e de musica como Rockstar. Livros: anjos e demônios. Musica: eclético. Bandas: Stell Dragon, Buck Cherry, AvengedSevenFold. Ídolos: Fred Durst, pelas suas atitudes, João gordo, The Reverend pelas técnicas e habilidades. Cozinha: strogonoff de frango e frutos do mar. Hobby: cortar a grama e brincar com meu animal de estimação. Contato MSN/email half@semdominio.com.br

Contato
Carvão – 046 88096992

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Banda Rodovia 73, punk rock e hardcore na veia


Kurt, Sherman e Felipe

Amor platônico e rock. É assim que o baterista Sherman define a música Velhos Vícios com o verso “O nosso rock, os retratos e aqueles pôsteres na parede do seu quarto”. “Uma pessoa faz você acreditar que existe amor e quando você menos espera acaba por fazer seu mundo virar”, comenta.

Como de praxe a banda começou através da amizade e diversão e hoje procura fazer um trabalho sério para atrair várias tribos e idades e agradar o máximo possível. Diferente de outras bandas, que não têm visão alguma sobre o cenário underground em sua cidade ou sobre a utilidade de sua música, a Rodovia 73 busca a cooperação entre os músicos, já que, como criticaram, os grupos se destroem através de críticas infundadas, “Eles buscam o crescimento difamando outras bandas”, disseram. Além disso, a Rodovia 73 é ciente dos efeitos da música em seus ouvintes, “Ela tranqüiliza, apazigua e diverte”. O vocalista Kurt Ramone reclama da falta de espaço para os músicos, não de espaço físico, mas de oportunidades.

História

Em julho de 2008, Pasmo, Gaúcho e Sherman montam a banda para fazer festas entre amigos tocando músicas próprias e clássicos ao estilo hardcore e punk rock como Ramones, Gritando HC e Lind Pigs. Por motivos de estudo Pasmo e Gaúcho se desvincularam da banda.

Desde então as coisas foram se desenrolando para a formação atual. “Sherman me chamou, estava procurando um baixista, então fui tocar pensando em criar algumas canções”, disse Kurt Ramone, o vocalista e guitarrista atual. Felipe tocava bateria e guitarra, “Como ele tinha mais domínio nos instrumentos de corda, foi convidado pra tocar baixo”, disse Sherman.

Perfil dos Integrantes

Alexandre “Sherman” Strapazão (bateria e voz), sherma_emc@hotmail.com, é solteiro, tem 21 anos, faz aniversário em 22/07 , seus pais são católicos, ele diz. Suas bandas preferidas são Blink 182, The Distilers, Rancid, Dead Fish. Aos 13 anos tocava bateria na banda Sustenido 84 cujo estilo era hardcore melódico. Já tocou contrabaixo e voz na Genérix hardcore há 4 anos. Seus ídolos são Matt Firman, baixista do Rancid, “Um dos melhores baixistas que existe no mundo”, disse. Brody Dale (vocalista da banda The Distilers), “Pela sua personalidade e beleza”. Cozinha: Lazanha de frango e macarronada da mami. “Meu hobby é cozinhar lazanha, macarronada e cachorro quente e fazer amigos e incomodá-los (risadas)”. Cinema: Comédia adolescente. Filmes: Eu, Eu mesmo, e Irene, American Pie, Curtindo uma Viajem, Cara Cadê Meu Carro. Livros: Uma vida de droga, Código da Vinci e a Cabana. Contato sherma_emc@hotmail.com

Kurt Ramone, vocal e guitarra, tem 18 anos, faz aniversário em 26/09, gosta do filme O ultimo suspeito, e dos estilos de ação e comédia. Livros: Artemis Fowl e o Menino Prodígio do Crime. Musica: Nirvana, The Distillers, Ramones, Social Distortion, Black flag, Pink Floyd, The Doors e Raul seixas. Ídolos: Kurt Donald Cobain, Brody Dale, Phil Anselmo e João Gordo. Hobby: Paraíso e Jack Ass. Contato morf3u_@hotmail.com. Foi vocalista na banda Shadows que tocava hard rock há 3 anos e tinha como integrantes Carlão Blues, guitarrista, Samuel, baixo, Guilherme (AF2), guitarra e Diego, bateria.

Felipe Lara (baixista) felip-eeee@hotmail.com o aquariano tem 16 anos, o mais novo, faz aniversário em 5/2 e é católico. Livros: Paulo coelho. Bandas: Aborto Elétrico, Gloria e Barão Vermelho. Seu ídolo é Raul Seixas, “O melhor rockeiro do Brasil”. Cozinha: Tortéi. Hobby: tomar cerveja.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Banda Born Again Shell lançará o 1º CD

A BASH acima de tudo busca fazer alguém se sentir melhor em um dia ruim


Na foto Diego (guitarra/vocal), Noah (baixo/vocal) e Rafusko (bateria).

Rock sempre foi sinônimo de diversão, buscando essa diversão que surgiu a Born Again Shell. Em 2005 um grupo de amigos se reúne usando o rock como sua principal ferramenta para buscar espaço no mundo da música.

Em meio tanta dificuldade, concorrência e preconceito a Born Again Shell aposta numa música feita de forma natural que descreve um pouco as situações rotineiras de pessoas e seus sentimentos. E essa aposta tem atingido o público satisfazendo a cada integrante da banda. Em 2008 a banda tomou proporções maiores atingindo um publico que antes parecia ser impossível para os integrantes.

A banda que conta com Diego (guitarra/vocal), Noah (baixo/vocal) e Rafusko (bateria), lançou seu segundo EP intitulado (Amostra grátis) conseguindo ficar entre os dez mais ouvidos no ranking do site de relacionamentos MySpace Brasil, um dos maiores do mundo.

Logo após passou por vários estados do país, incluindo Brasilia-DF e São paulo, arrastando um público que vem mostrando como valeu a pena esse esforço todo. A BASH se prepara para lançar seu mais importante trabalho até aqui, o seu 1º CD que foi gravado em Curitiba-PR na ultima sexta-feira.

Contato: (46) 8822-7209 / (46) 9101-1027

http://www.bornagainshell.com
http://www.fotolog.net/bornagainshell

http://www.myspace.com/bornagainshell

Perfil dos Integrantes

Diego Medeiros, 20 anos, vocalista, guitarrista, solteiro / Bandas Preferidas: Ramones, Blink 182, MxPx, Sum 41. / Música Preferida: Poison Heart do Ramones e come Here do Blink 182. / Ídolos: Tom Delonge, Mike Herrera e C.J. Ramone.

Samuel Lucas (Noah), baixista, 18 anos, solteiro / Bandas Preferidas: Blink 182, Sum 41, Mcfly, Yellowcard, Bowling for Soup, AFI, Skid Row, Death Cab for Cutie, Millencolin. / Música Preferida: Adam’s Song do Blink e tambem Firewater do Yellowcard. / Ídolos: Mark Hoppus, Sebastian Bach, Nikola Sarcevic.

Rafael Antunes (Rafusko), 21 anos, baterista e casado / Bandas preferidas: Blink 182, Good Charlotte, MxPx, Sum 41. / Música Preferida: Story Of A Lonely Guy do Blik 182. / Ídolos: Travis Barker.