terça-feira, 9 de junho de 2009

Em julho acontece o maior show do rock do sudoeste

Os integrantes da banda curitibana Relespública, Moon (bateria)
Fábio Elias (vocal e guitarra) e Ricardo Bastos (baixo e vocal) .

Neste ano a banda curitibana Relespública que possui mais de 20 anos de carreira e 4 álbuns gravados participará do evento

Pelo terceiro ano consecutivo Francisco Beltrão recebe o maior evento da música roqueira do sudoeste, a Rock’N’Roll Night, que neste ano vai reunir as bandas mais populares deste gênero na região.

Nesta edição o evento traz a banda curitibana Relespública, uma das pioneiras do Brasil à divulgar suas músicas no formato de Pen Drive, segundo Kid Vinil, colunista do Yahoo!, provedor que reúne nomes como Andreas Kisser, guitarrista do grupo Sepultura.

“Aqui no Brasil duas bandas curitibanas investiram nesse formato, mas por enquanto somente para divulgação de seus trabalhos. A pioneira foi o Terminal Guadalupe, com seu álbum "A Marcha dos Invisíveis" de 2007, e recentemente o Relespública, com o álbum "Efeito Moral", escreveu Kid no artigo intitulado “A revolução dos formatos”.

Além da curitibana, mais cinco bandas vão tocar no evento, quatro sudoestinas e a catarinense “Whisky na Jarra”, formada por integrantes que residiram em Francisco Beltrão.

Nesta edição que pela primeira vez será feita no pavilhão central do Rancho Dariva, esperam-se pelo menos 2.000 pessoas. O evento acontecerá no dia 18 de julho.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Reunião do Coletivo Cultural

Na livraria Babel Megastore, as dezesseis horas do dia sete de junho de 2009, domingo, ocorreu uma reunião com quadrinistas, desenhistas, contistas, jornalistas, dançarinas, músicos, cineastas e jogadores de rpg. A finalidade é fundar uma associação para divulgar, patrocinar e fortalecer as publicações e eventos artísticos da região.

O idealizador do projeto é Caian, contista e jogador de rpg. Entretanto, Noah Mera, sócio da Babel, e Rodrigo Mello Campos, criador da fanzine Sindromina, foram convidados para tocar junto esse barco. Vinte e cinco pessoas estavam presentes na reunião. Nela, foi apresentado o estatuto.

A associação deve ser dividida em duas partes, associações associadas, uma para projetos audiovisuais e outra para projetos impressos, cada uma com caixa próprio e direito de cobrar mensalidades dos associados, cerca de dez reais. O nome ainda não foi definido, mas houve várias idéias, os cinco nomes mais votados na comunidade do orkut estarão em pauta na próxima reunião.

A próxima reunião é dia 28 de junho de 2009, domingo, as 16:00, na Babel Megastore, em Pato Branco - PR. Todos são convidados.




sexta-feira, 5 de junho de 2009

Beltronenses criam o maior evento de rock do sudoeste paranaense

Neste ano a banda curitibana Relespública que possui mais de 20
anos de carreira e 4 álbuns gravados participará do evento


Pelo terceiro ano consecutivo as beltronenses Alana Peruffo, 17, e Paolla Flessak, 18, desenvolvem a Rock’N’Roll Night, festa que reúne as bandas mais populares do cenário do Rock and Roll do sudoeste do Paraná.

Nesta edição as meninas trazem a banda curitibana Relespública, uma das pioneiras do Brasil a criar seus álbuns em formato de Pen Drive, segundo Kid Vinil, colunista do Yahoo!, que reúne nomes como Andreas Kisser, guitarrista do sepultura.

“Aqui no Brasil duas bandas curitibanas investiram nesse formato, mas por enquanto somente para divulgação de seus trabalhos. A pioneira foi o Terminal Guadalupe, com seu álbum "A Marcha dos Invisíveis" de 2007, e recentemente o Relespública, com o álbum "Efeito Moral", escreveu Kid no artigo intitulado “A revolução dos formatos”.

Além da curitibana, mais cinco bandas vão tocar no evento, quatro sudoestinas e a catarinense a Whisky na Jarra, formada por integrantes que residiram em Francisco Beltrão.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Sete bandas vão tocar no Rock and Roll Night


As bandas Ralespública (Curitiba), Paraná Blues (Francisco Beltrão), Madona Bege (Pato Branco), Dops Jim (São Lourenço), AC/DC Cover – Máquina 74 (Francisco Beltrão), The McFlys (Francisco Beltrão) e Whisky na Jarra (Balneário Camboriú) já confirmaram presença na 3ª Rock and Roll Night, festa que pelo terceiro ano consecutivo reúne os grupos de renome da região sudoeste. Nesta edição a previsão é de que pelo menos 3.000 pessoas prestigiem o evento.

Estão abertas inscrições para II Mostra ABABTG de Dança


A partir do sábado (30), a Associação de Bailarinos e Apoiadores do Balé do Teatro Guaíra (ABABTG) abre as inscrições para a II Mostra ABABTG de Dança – seletiva Francisco Beltrão.

Segundo a organização da Mostra, o objetivo do evento é congregar as escolas e grupos de dança, estimular a criatividade dos bailarinos, proporcionar maior proximidade com os dançarinos do Balé do Teatro Guaíra e revelar talentos na dança paranaense.

Podem se inscrever na Mostra academias, escolas e grupos de dança de Francisco Beltrão e cidades próximas. O gênero de dança é livre e a idade mínima para participação é 7 anos.

As inscrições para a Mostra devem ser feitas no site da ABABTG (www.ababtg.org.br) e vão até o dia 8 de junho. Os valores variam entre R$ 12 e R$ 30, dependendo do número de coreografias inscritas.

Para abrir a Mostra, no dia 19 de junho, o Balé Teatro Guaíra fará uma apresentação especial no Teatro Eunice Sartori. O mesmo local receberá as apresentações das escolas nos dias 20 e 21 de junho. Haverá ainda seletivas em Curitiba, Ponta Grossa, Maringá e União de Vitória.

As equipes selecionadas dançarão em Curitiba, no Teatro Guaíra (Guairinha), nos dias 4, 5 e 6 de setembro.

Oficinas de Dança

Bailarinos do Balé do Teatro Guaíra irão ofertar várias oficinas de dança nos dias da Mostra. As inscrições podem ser feitas no site da ABABTG do dia 30 de maio a 8 de junho e custam uma lata de leite em pó, que será doada para instituições. Mais detalhes sobre os cursos podem ser encontrados no site da ABABTG.

CAIXA lança três editais na área de cultura para 2010

Instituição inova e oferece manual eletrônico para o produtor cultural

A Caixa Econômica Federal anuncia na próxima quinta-feira, dia 04 de junho, o conteúdo de três editais para 2010: o de Ocupação dos Espaços Culturais da CAIXA, o de Apoio ao Artesanato Brasileiro e o de Festivais de Teatro e Dança, num total de R$ 27,5 milhões em investimento cultural. A novidade este ano é que as cinco unidades da CAIXA Cultural, situadas em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Salvador, participarão da solenidade de lançamento, marcada para às 20 horas, conectadas via satélite. Na ocasião, será lançado também o novo Manual do Produtor, em formato totalmente digital e único até hoje lançado por um centro cultural no país. Em Brasília, a cerimônia terá a participação do balé acrobático da companhia Nós no Bambu.

O Edital 2010 de Ocupação dos Espaços Culturais da CAIXA vai destinar R$ 23 milhões para projetos nas áreas de artes visuais (fotografia, escultura, pintura, gravura, desenho, instalação, objeto, vídeoinstalação, intervenção e novas tecnologias ou performances); artes cênicas (teatro, dança e performance de palco); música; cinema e outros. Além das modalidades espetáculos, exposições, exibições, estão contempladas ainda palestras, encontros, cursos, workshops, oficinas e lançamento de livros.

Já o Programa CAIXA de Apoio ao Artesanato Brasileiro contemplará as várias etapas do processo produtivo, visando ao desenvolvimento de comunidades artesãs e à valorização do artesanato tradicional e da cultura brasileira. Em 2010, a CAIXA planeja investir no programa cerca de R$ 1 milhão.

Por fim, o Edital de Festivais de Teatro e Dança vai destinar R$ 3,5 milhões para eventos que deverão ocorrer entre janeiro e dezembro de 2010 em todo país.

Lançamento sincronizado e integrado

No dia 04 de junho, as unidades da CAIXA Cultural vão viver uma noite diferente. Integrados via satélite, Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Salvador realizarão uma única solenidade de lançamento dos três editais e do novo Manual do Produtor. Será uma única festa ocorrendo em cinco lugares distintos. Além do telão que fará a transmissão ao vivo do evento, o grupo Choro Positivo ajudará a interligar as festas. Um integrante do grupo estará localizado em uma cidade. Graças ao sinal do satélite, executarão juntos, mesmo estando em estados diferentes.

Além do Choro Positivo, igual para todas, cada praça receberá uma atração cultural diferente. Em Brasília, a noite será do balé acrobático do grupo Nós no Bambu. Em São Paulo, Loro Verz realizará Grafite em Tela. Já no Rio de Janeiro, Rodrigo de Azeredo encantará a platéia com sua Arte na Areia. Em Curitiba a Companhia Karagozwk apresentará seu Teatro de Sombras. E em Salvador, a Cia de Teatro de Bonecos Pigmaleão encenará o espetáculo “Seu Geraldo, Voz e Viola”.

O Nós no Bambu possui uma linguagem contemporânea que foge às classificações convencionais, por unir elementos de dança, teatro, circo, artes plásticas e música. O repertório de movimentos da companhia é resultado de pesquisa artística baseada na atividade física integral Bambu, original de Brasília.

A solenidade poderá ser acompanhada em tempo real pelo site www.eventomultimidiacaixa.com.br.

Manual do produtor

A Caixa Econômica Federal lança, também no dia 04 de junho, o novo Manual do Produtor. Em versão totalmente digital, o guia eletrônico é uma inovação em atendimento às demandas da classe artística brasileira. Nenhum centro cultural do país possui uma versão tão moderna, explicativa, ilustrativa e, ao mesmo tempo, simples e acessível de um Manual do Produtor.

O guia eletrônico estará hospedado no site da CAIXA Cultural e poderá ser visualizado tanto na versão flash, quanto na versão mais simples em HTML. Pelo novo Manual do Produtor, os interessados poderão passear virtualmente pelos espaços das cinco unidades da CAIXA Cultural, baixar plantas atualizadas e ter uma boa noção das unidades antes de inscrever seus projetos. Galerias, teatros, fachadas, halls, tudo foi registrado em filmagens e mais de oito mil fotografias.

Esta iniciativa pioneira de um espaço cultural tem como objetivo democratizar o acesso dos espaços da CAIXA Cultural a todos os produtores do país interessados em inscrever um projeto.

Serviço

Lançamento dos editais de Ocupação dos Espaços Culturais da CAIXA, de Apoio ao Artesanato Brasileiro e de Festivais de Teatro e Dança e do Manual do Produtor e apresentação do balé acrobático do grupo Nós no Bambu e do grupo Choro Positivo
Data: 04 de junho de 2009
Horário: 20h
Local: Teatro da CAIXA - SBS Qd 4 lote 3/4, anexo do edifício Matriz da CAIXA
Recepção: 3206-9448 - Administração: 3206-9450
Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal
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segunda-feira, 1 de junho de 2009

Oficina de História em Quadrinhos: Comigo.


O Colégio Mater Dei organiza a Semana Pró-leitura a cada dois anos. O objetivo é incentivar a leitura de maneira descontraída. Neste ano houve Oficina de História em Quadrinhos, comigo, Rodrigo Mello Campos.

Desde pequeno gosto de HQs, contudo, foi na adolescência que decidi me especializar nisso. Meus professores, quadrinista Elton Brunetti e caricaturista Rodrigo Martins, mudaram minha maneira de pensar, pois narrativas gráficas necessitam esforço e visão diferenciada, assim como no cinema. Produzo uma revista independente todo ano (Sindromina), e também fui professor por um tempo, mas nunca tinha enfrentado uma sala com trinta alunos.

Lecionar histórias em quadrinhos por um dia para sétimas e oitava séries é uma experiência incrível. Bacana conversar com a galera no intervalo, alguns me procuraram na internet, tudo indica que gostaram.

O próximo passo é organizar uma destas para o pessoal do ensino médio.

Abraço

sábado, 30 de maio de 2009

Uma boa história para lembrar dos velhos tempos.

O amor da morena.

O sino da igreja nunca bateu tão forte como naquela tarde de outono. Não era missa de comemoração de algum santo e nem discurso do xerife, mas a praça, que ficava em frente à igreja, estava repleta de curiosos que, com os olhos esbugalhados esticavam o pescoço em busca de alguma visão. Curiosos.
A notícia do duelo espalhou-se velozmente pela cidadezinha, característica única de cidade do interior. Duelo sempre resulta em morte, do mais fraco, ou do mais forte e mesmo assim o padre, o xerife e a dama, que era disputada, também estavam lá. Via-se que para tal fato nem Deus, nem a lei e nem a beleza de uma linda mulher faria parar tal ato de violência e crueldade. Mas era necessário, eram muitos que se faziam presentes para assistir a cena, em um milésimo de segundo tal crueldade virava um espetáculo.
O padre, além do mais, já recitava baixinho suas preces para que a alma do defunto fosse para um bom lugar, antes mesmo que o dito estivesse morto. Na sua mão estava lá, o terço, que compassava as preces, para que não virasse balburdia e excesso de preces nos céus.
O xerife, demasiado asseado e com o bigode lambido, falava com alguns garotos sobre suas astúcias que nos anos de sua longa jornada de xerife já tinha presenciado e cometido. Os garotos com os olhos atentos aos lábios do xerife que falava sobre saqueadores e bandidos do velho oeste, sonhavam alto, imaginavam-se como o dito que estava a sua frente. Queriam também ser xerifes. Mas o bigodudo estava apenas vangloriando sua posição de mantenedor da ordem e progresso da cidadezinha.
A donzela disputada no duelo estava pomposa na sua exuberância. Mesmo os jovens que escutavam as estórias do xerife só se distraíam quando a morena balançava seus cabelos negros. Os olhos dos homens casados passavam e ficavam por alguns instantes, que se tornavam infinitos, quando ela passava. Era linda. Era mesmo um motivo de duelo.
O desafiante foi o primeiro a chegar, mesmo por que era conhecido por todos na cidade. Rapaz jovem, saudável e quando veio a praça lançou um olhar incandescente para a donzela. Olhar como de quem diz, “-A vitória é minha”. Depois pediu a benção ao padre e saudou o xerife com um caloroso aperto de mão. Como disse antemão era conhecido por todos e sua fama de valente a qual corria pelos boatos da cidadezinha.
Quando menos esperavam aquele bando de curiosos lançaram um olhar no horizonte da rua. Lá estava. O desafiado que com a cabeça baixa se achegava como se estivesse contando seus próprios passos. Não era possível identificar se estava tão seguro ou se estava com medo. Era magro, alto e trazia consigo uma rosa amarela que se fazia levemente entrelaçada entre seus dedos.
Os espectadores começaram a movimentar-se. Cada qual procurou o seu lugar para assistir ao confronto. A roda se abria, e o ritual de aproximação do desafiado já fazia parte do espetáculo. Algumas donzelas desmaiaram com tamanho romantismo e drama que o cavalheiro carregava na lentidão dos seus passos. A Linda morena havia se sensibilizado a ponto de já estar entregue a ele, mas seria injusta com a consciência da sociedade que estava ali para não deixar que alguma mentira impedisse o confronto. Teria ela de assistir o combate, e aceitá-lo plenamente.
A cada badalada do sino, um passo de aproximação. O relógio da igreja anunciava com o seu tique-taque o momento do embate. Seis horas em ponto. O dia já se demonstrava pálido e entregue. A noite abrandadora chegava e escurecia as expressões de todos na praça. Não se sabia se o xerife estava realmente orgulhoso ou se temia algo. Não se sabia se Seu Ernesto, dono do bar, estava apavorado ou curioso. Não se sabia se a donzela estava atônita ou apreensiva. O jogo das sombras e faces não permitia leitura nenhuma de sentimentos. A praça se tornou um cenário de seres sem personalidade. Uma convenção de fantoches.
Perfurando a atmosfera poeirenta da praça, os dois homens, enfim, tomaram posição de combate. Antes disso, o desafiado lançou a rosa aos pés da donzela. Com o rolar na terra seca, as pétalas que eram amarelas e radiantes, receberam uma camada lúgubre de poeira. Eram as lágrimas do moço que haviam embebido a flor. Foi uma maneira que Ele encontrou para deixar claro que a sua expressão – escondida pelo chapéu negro que trazia ao cabeçar – era de profundo amor e dolorosa paixão.
A donzela, com o peito em espinhos, beijou a rosa e sentiu a pele do Rapaz. Sentia-se mal por ser tão linda e um bem social. Sentia-se demasiadamente intranqüila por permitir um duelo daqueles onde o produto final era Ela. Em verdade, sentia-se um objeto de mérito.
O desafiante vendo que o rapaz estava sem armas lançou fora sua cartucheira e seu trinta e oito, queria que o duelo fosse ao braço. Fez tal encenação por honra, mas sabia ele no íntimo do seu ser que queria descarregar um balaço nos olhos daquele desvairado que se submetia a um duelo sem armas apenas com uma rosa. Para todo efeito não entendeu que a arma do louco era a própria rosa, que já havia roubado mesmo antes do duelo o amor da morena.
Quando os dois colocaram-se faces a frente uma das outras, trocaram olhares profundo, mas diferentes. O desafiante, que estava com o peito estufado, respirou forte lançando o bafo quente na face do que já se fazia dono do coração da doce jovem. O rapaz devolveu tal ato com um olhar fixo nas botas do desafiante, como desviasse o olhar por medo. Ou seria por prepotência e deboche.
Frustrando todos aqueles que estavam a olhar a cena e que esperavam a sangria a doce morena compadeceu-se. Interrompeu a luta antes que os dois rolassem ao chão. Sua consciência chegou ao limite extremo. Não queria ela ser disputada aos socos e ponta pés.
Coitada, a morena teve um triste fim. Foi para a cela. O xerife, alegando transtorno ao divertimento público, prendeu a garota. O padre apoiou tal ato do xerife dizendo que Deus é o único capaz de intervir em uma batalha entre homens. Há quem diga que a moça, durante os dias em que estava presa, recebia diariamente rosas e poesias pela janela da cela.
Após sair da cadeia a doce Morena que se chamava Maria fugiu. Mesmo por que se viesse a caminhar pela praça pública seria no mínimo espancada por aqueles que se frustraram por não ver a sangria. O rapaz da rosa também não se viu mais. Dizem até que os dois fugiram juntos. O valente ouviu alguns conselhos do padre, que disse ter visto em tal estória um chamado para o tal rapaz. Foi para o seminário, vai virar Padre!

Augusto Cesar Seifert & Pedro Henrique Leite.
Maio de 2006.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Francisco Beltrão também participa da 7ª Semana de Museus

A decoração da entrada do museu, peças de
porcelana e uma radióla ao fundo

O livro informativo da 7ª Semana de Museus, organizado pelo Instituto Brasileiro de Museus – IBAM inclui Francisco Beltrão no circuito de comemorações

Francisco Beltrão está inserido nas comemorações da 7ª Semana Nacional de Museus. A exposição apresenta uma mostra de chaveiros, selos, flâmulas, material de propaganda política, geloucos, presépios, moedas, cédulas e relíquias de colecionadores de Francisco Beltrão e região. A exposição permanece até o dia 30 de maio, das 9 às 21 horas no Museu de Colonização junto ao Parque de Exposições de Francisco Beltrão.


Na foto o presidente da Câmara de Vereadores de Francisco Beltrão,
Ivo Santo, Prefeito Municipal, Vilmar Reichemback e Tânia Ghedin, diretora do
Departamento de Cultura na abertura oficial do museu.

SESC/FRANCISCO BELTRÃO, APRESENTA: PROJETO Sonora Brasil “Violão Brasileiro”

DIA: 02/06/2009 às 20h, na Tenda Cultural do SESC
INFORMAÇÕES:no SAC da Unidade – 46 - 3524-2627

Em Francisco Beltrão, a primeira etapa do Projeto Sonora Brasil será exe¬cutada pelos músicos Daniel Wolff, do Rio Grande do Sul, e João Pedro Borges, do Maranhão.
Wolff e Borges interpretarão, a obra de compositores que contribuíram para a consagração do violão, como sendo um dos instrumentos mais representativos da cultura musical do Brasil, desde a tradição oral até a música de concerto.

JOÃO PEDRO BORGES (MA) – Natural de São Luís, do Maranhã, Borges estudou, no Rio de Janeiro, com o violonista Jodacil Damaceno, com o compositor Ian Guest e com o violonista Turíbio Santos, com quem fez cursos de técnica e interpretação. Atuou como solista com a Orquestra de Câmera do Brasil, Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro e com a Orquestra de Violões do Rio de Janeiro.
Em carreira internacional é marcada por ministrar cursos, conferências e concertos no continente Africano. Realizou turnê pela América do Sul, foi solista no Lincoln Center, em Nova Iorque, no recital de Música Brasileira e participou do VII Carrefour Mondial de La Guitarre, como professor e recitalista, na Martinica. No campo discográfico, destacou-se como produtor musical de vários artistas eruditos, tendo recebido o Prêmio Sharp de Música, pelos melhores discos clássicos de 1993 e 1995.

DANIEL WOLFF (RS) – Primeiro Doutor em Violão do Brasil, Daniel Wolff é formado pela Escuela Universitária de Música de Montevidéu. Agraciado com bolsas de estudo da Capes e CNPq, obteve Mestrado e Doutorado em Música na Manhattan School of Music de New York, recebendo o “Helen Cohn Award”, oferecido ao doutorando de melhor desempenho.
Catedrático de violão da UFRGS, criou o curso de Mestrado em Violão e é constantemente requisitado para ministrar cursos e master classes em universidades e festivais de música nos continentes americano e europeu. Também foi professor visitante da Universidade de Arte de Berlim.
Compositor e arranjador, teve suas obras tocadas e gravadas por orquestras e câmaras do Brasil, Estados Unidos, Argentina, Alemanha, Itália, Alemanha e Inglaterra.