sexta-feira, 13 de março de 2009

Banda Hey Jack em busca do espaço

Marcelo (guitarra), Matheus (baixo), Carlos (bateria), Pedro (vocal) e João (guitarra)

A adrenalina do palco te faz esquecer os problemas
Pedro Gabriel Bandeira


A banda Hey Jack com 3 anos de existência e 5 componentes dá exemplo de dedicação e força com 3 músicas gravadas e um projeto para o lançamento do primeiro CD ainda este ano em um cenário onde o rock é deixado de lado e as competições entre as bandas são acirradas.

“Estamos cientes que a dificuldade de uma banda de rock em nossa região, e até mesmo estado, para usufruir do conhecimento do público nacional é grande. No Rio Grande do Sul ou São Paulo as bandas deslancham por que essas regiões são mais culturais, têm um povo mais inteligente”, explica Matheus, contrabaixista e segunda voz da banda.

“Sabemos que estamos começando uma batalha principalmente num momento em que os talentos sudoestinos estão indo morar para outras cidades em busca de melhor educação e melhor renda”, enfatiza Pedro, vocalista e compositor. “E também num lugar onde o rock é deixado em segundo plano pelas boates que começam inchar de aparatos eletrônicos ou a contratar duplas sertanejas para alegrar as noites boemias de nossos consumidores”, completa o guitarrista Marcelo.

“As mesmas pessoas que gostavam do rock clássico de antigamente, hoje estão mais conservadoras, ouvindo outros estilos e cobrando um corte de cabelo aparado de seus filhos ou empregados”, diz João, o guitarrista. “Nossa intenção agora é fazer shows e eventos para arrecadar dinheiro e gravar o nosso primeiro CD, e isso é muito difícil, também por que muitos CDs de bandas de nossa região não foram pagos com o dinheiro dos shows, mas sim com a ajuda dos pais ou com o dinheiro de outros trabalhos”, finaliza.

E o problema não se resume a isso. Os rockeiros sentem-se pressionados pelos metaleiros que parecem ser uma tribo distinta. “O que eles querem são solos pesados de guitarra” explica o metaleiro e guitarrista da banda, Marcelo. “Eles nos discriminam pelo estilo que temos, pelo corte de cabelo, pelas roupas. Se o boné está virado nos chamam de punk, se o cabelo está caído nos chamam de emo. O que vale é o nosso caráter e não peça de roupa ou a grife que usamos”, se defende Matheus.

Eles apóiam que deveria haver uma maior cooperação entre as bandas para a criação e manutenção da cultura sudoestina. Foi pensando nisso que o baterista Carlos Augusto agradeceu aos amigos pelo apoio, “Principalmente àqueles que ficam em frente às casas de shows durante para terminar de vender os ingressos” e mencionou que ninguém da banda é contra outros estilos, “Somos todos ecléticos”, finaliza.

“Nós temos amigos e estilos diferentes e nem por isso nos tachamos ou brigamos. É claro que fizemos gozações mesquinhas entre nós, mas não é nada sério e pegajoso”, fala João. O compositor Pedro avalia que o verdadeiro músico tem que ser eclético. “Eu e o Marcelo tocávamos rock pesado e não deixamos de ouvir o estilo popular, não nos convertemos para nenhuma seita”, comenta Pedro.

Como se isso não bastasse o grupo dinamiza a realidade de que os eventos governamentais ou empresarias apoiadores da cultura da criação e produção no estilo são escassos e de que em toda a região os donos de casas de shows trazem apenas grupos sertanejos, pagode ou eletrônico, foi o que João comentou. Nós temos em mente criarmos coisas mais comercias para agradar os pré-adolescentes e adultos também sem fugir do nosso estilo, comenta Matheus. “Antes locais como o boliche lotavam em alguns minutos. Mas hoje não há mais espaços apoiadores”, desabafa João.

A responsabilidade agora é redobrada. Os pais Pedro, 16 anos, e Marcelo, 17, devem aliar dois trabalhos e a família, e ainda tentar o sucesso. “Eu sempre quis ter um filho, mas não imaginei que seria tão cedo.”, comenta Pedro que dá aulas de bateria e violão na escola Arte & Som e se dedica às composições e ao filho nas horas vagas. Ele diz que o nascimento do filho, que já tem 9 meses, não prejudicou em nada a sua vida, “Muito pelo contrário. Isso me mudou para melhor, me fez abrir os olhos e pensar mais na conseqüência de minhas atitudes e ter mais responsabilidade e dedicação aos compromissos.”

Marcelo, que largou os estudos e trabalha na recapadora Remobel, diz que tomou um susto no início quando recebeu a notícia do filho que está para nascer em fevereiro. “Pensei: E agora? Vou ter que ter mais cabeça.”

Perfil dos Integrantes

Pedro Gabriel Bandeira, 16 anos, que vai cursar o terceiro ano do ensino médio, é compositor e vocalista, nascido em 20/09 na cidade de Dois Vizinhos. É católico e gosta de filmes no estilo comédia e cita O Poderoso Chefão e Juno. Livros: Bem encapados e guardados. Música: de preferência rock como Detonautas e Nx Zero. Ídolos: Tico Santa Cruz, vocalista do Detonautas, por que é um cara com atitude, meu pai e Dinho do Mamonas por causa de sua garra. Cozinha: paçoca e lasanha. Hobby: compor. Bandas que já tocou: High Voltage, Mr. Hyde e Overlock.

João Paulo Ruaro, guitarrista e segunda voz, 16 anos, nascido em 29/09 em Francisco Beltrão, católico. Cinema: musical e aventura. Filmes: Rock Star e Além Da Linha Vermelha. Livros: Fortaleza Digital. Música: eclético. Bandas: AC/DC, Raimundos (antigo), Dream Theater. Ídolos: Jimmy Bag. Cozinha: Salgados. Hobby: tocar violão, ouvir musica e academia. Bandas que participou: High Voltage. Ele faz entregas com seu pai que possui a empresa Iraci bolos e cursa o ensino médio técnico na UTFPR.

Matheus Belin Sueza, 17 anos, nascido em 18/10 na cidade de Drassena - SP, é católico, gosta de filmes de guerra baseados em fatos reais e comédias como Circulo De Fogo, A Lista de Schindler, Tenacious D. Livros: O Santo e a Porca, Dom Casmurro, Um Sonho No Caroço De Abacate. Música: eclético. Banda preferida: Slipknot, Linkin Park, Avenged Sevenfold, Iron Maiden e Mamonas Assasinas. Ídolos: O Dinho do Mamonas nasceu na cidade onde eu morava e Victor Wotten. Cozinha: Pizza, Lasanha, X, Hambúrguer, faço minha própria comida. Hobby: futebol, academia e namorar. Bandas que participou: High Voltage como guitarrista. Possui o ensino médio completo e trabalha na gráfica Berzon.

Marcelo Alérico, guitarrista, 17 anos, nascido em 30/06 na cidade de Francisco Beltrão, católico, gosta de filmes de comédia como Os Gatões e Super Herói. Livros: Gibi De Super Herói Da Biblioteca Publica: Música, Metal Pantera, Black Sabath e Iron Maiden. Ídolos: Steve Vai, Yngwie Malmsteen e Joe Satriani, por que os solos de guitarra deles são arrepiantes. Comida: pão, cerveja e churrasco. Hobby: tocar violão, beber e sair caminhar. Tocou nas bandas Sombra Sonora, e outros dois projetos de heavy metal. Parou de estudar para trabalhar.

Carlos Augusto Rosa de Freitas Junior, baterista, 18 anos, nascido em 23/11 em Ponta Porã - MS, católico, possui o ensino médio completo e vai cursar Sistemas de Informação. Cinema: comédia adolescente e suspense. Filmes: American Pie, O Mistério Da Libélula e Efeito Borboleta. Livros: só leio revistas em quadrinhos quando vou ao banheiro e o Botequim. Bandas: Limp Bizkit e Gloria. Música: pop e rock. Cozinha arroz, feijão, carne e pimenta. Hobby: namorar, computador (Orkut e MSN), escutar música, malhar.

sábado, 7 de março de 2009

Banda Vitrolla a Gás inicia gravações do seu CD

Marco Antônio Tesser Pereira “Dark”, guitarrista e segunda voz, Marcos Vinicius Rodrigues “Carvão”, vocalista, Rodrigo André Tartari “Neuro”, contra-baixo e Jhonatan Trindade Picini “Half” na bateria.



A banda se prepara para gravar seu CD até o final deste ano com pelo menos 7 músicas próprias; Duas composições já estão sendo gravadas

“Esta música fala sobre as pessoas que gostam de falar da vida dos outros e não enxergam um palmo a frente do nariz.” É assim que Marcos Vinicius Rodrigues, vulgo Carvão, vocalista e fundador da banda, define a sua composição de nome A música que você odeia ouvir (trecho:“Já não me importo mais com o que vão dizer / Você não deveria se importar tanto com o que eu faço / Você consegue ver as cicatrizes de sua alma no espelho”) que estará no primeiro CD do grupo.

A banda beltronense esteve recentemente em Foz do Iguaçu se apresentando em uma das casas de shows mais badaladas de lá, a Zeppelin Old Bar, especializada em Rock. Nesta casa a banda sentiu-se confortada com a sinergia entre o público. “O nosso objetivo é explorar os espaços e expandir os horizontes por que em Francisco Beltrão não temos isso, lá em Foz há pelo menos 3 casas especializadas e aqui não tem nem uma. A verdade é que a cidade não valoriza os talentos que tem, o pessoal valoriza mais os artistas de fora da cidade.”, completa Carvão.

O baixista Rodrigo André Tartari é o responsável pela criação da single Madame Caroline que esteve sendo composta desde outubro e agora está em estúdio para ser gravada. Segundo o guitarrista e segunda voz Marco Antônio Tesser Pereira a música fala de meninas descompromissadas e esnobes (trecho: “Em seu apartamento ela confessa que consegue tudo o que quer / Que nunca serei o cara certo / Eu nunca serei ninguém”).

História


“Ao voltar de Cascavel, pouco antes do início de 2008, recrutei a criançada para formarmos uma banda de rock clássico e indie rock. De início chamei o Marco Antônio e ele aceitou, além disso, ele já tinha um baixista em mente, o seu coleguinha Rodrigo Tartari Neuro”, diz Carvão. A banda teve três bateristas desde a sua formação inicial que antecederam o atual baterista Jhonatan Trindade Picini, o Haralan e o Maguila que também tocava na banda Paraná Blues.

Visão


Carvão afirma que o nível cultural de Beltrão é muito limitado no tratante ao rock. Marco explica que parte disso deve-se ao comportamento das pessoas de se acomodarem e também ao fato de que não existe mais a censura de antigamente, “As pessoas não tem mais do que reclamar”, finaliza.

Para Jhonatan “Half”, o rock é uma arte e um modo de expressão, deturpado pela mídia que historicamente sancionou o seu lado negro. Resultado disso é a popularização de um negócio muito lucrativo, o funk e o sertanejo, que massificaram a diversão com o sensualismo e a contraversão com as letras apelativas, tomando o nosso espaço em casas e boates de toda a região, explorou Carvão. “Por isso vamos trilhar um caminho mais comercial a partir de agora”, explica ele.

“Eu e o Rodrigo Neuro somos constantemente criticados por trocarmos o roque pesado pelas músicas mais calmas e comerciais, as pessoas nos discriminam por isso”, disse Marco Antônio. Jhonatan enfatiza que essas críticas devem ser tratadas para o crescimento pessoal e do grupo. O importante, segundo Marco, é não parar de tocar e estar sempre estudando e evoluindo. “Em outras palavras, é a teoria da evolução de Darwin que estamos pondo em prática”, explica Carvão.

Além da gravação do CD com sete músicas, marcada para o final deste ano, estamos em contato direto com um promoter que nos agencia shows em outras cidades, diz Carvão.

Perfil dos Integrantes

Abertura do show do Paul Di’Ano,
primeiro vocalista do Iron Maiden, em
Pato Branco no Bauhaus.



Marcos Vinicius Rodrigues (vocalista), 28 anos, aniversário em 17/09, cristão, gosta de filmes de terror, todos de George Romero (Madrugada dos Mortos, Dia dos Mortos, A Noite dos Mortos e o Diário dos Mortos. Lê livros de filosofia e gosta do “Assim Falou Zaratustra” do Alemão Nietzsche. Música: alta e barulhenta. Artistas: Little Joy, The Killers, The Beatles. Ídolos: vocalista do Alice in Chains (Layne Staley) Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam, Dolores O'Riordan, vocalista do The Cramberies por que os timbres de suas vozes são únicos. Cozinha: quente. Seu hobby é cantar. Contato email/MSN: carvaooo@hotmail.com


Rodrigo André Tartari (baixista), 17 anos, aniversário em 20/02, católico. Gosta dos filmes Pulp Fiction, Medo e Delírio em Las Vegas e Clube da Luta e do gênero de suspense. Suas bandas preferidas são Pearl Jam, Led Zeppelin e Megadeth. Seus ídolos são Cliff Burton, baixista do Metallica e John Paul Jones, baixista e tecladista do Led Zeppelin, por que tudo que fizeram no meio musical esta sendo usado como estudo e pela atitude deles. Livros: Coleção Vagalume (risadas). Cozinha: churrascada, cerveja e salada. Hobby: tocar. Contato MSN/email neeurao@hotmail.com

Marco Antônio Tesser Pereira, 17 anos, faz aniversário em 17/05. Gosta de filmes do gênero ficção e musicais. Dos que já assistiu gostou de Across the Universe, Rockstar, Detroit Rock City, A Liga Extraordinária, Hancock. Livros: O Médico e o Monstro, Fernão Capelo Gaivota, O Pequeno Príncipe. Música: Hard Rock e um pouco de cada estilo. Ídolos: Angus Young, Malcolm Young, Marty Friedman, Zakk Wildy, Dimme Bag Darrell, Synyster Gates. Cozinha sanduíche e tudo o que for salgado. Hobby: dormir. Contato MSN/email lennon__@hotmail.com

Jhonatan Trindade Picini, 16 anos, faz aniversário em 28/01, católico, filmes de suspense como V de Vingança, O Som do Coração, Horton, O Mundo dos Quem e de musica como Rockstar. Livros: anjos e demônios. Musica: eclético. Bandas: Stell Dragon, Buck Cherry, AvengedSevenFold. Ídolos: Fred Durst, pelas suas atitudes, João gordo, The Reverend pelas técnicas e habilidades. Cozinha: strogonoff de frango e frutos do mar. Hobby: cortar a grama e brincar com meu animal de estimação. Contato MSN/email half@semdominio.com.br

Contato
Carvão – 046 88096992

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Banda Rodovia 73, punk rock e hardcore na veia


Kurt, Sherman e Felipe

Amor platônico e rock. É assim que o baterista Sherman define a música Velhos Vícios com o verso “O nosso rock, os retratos e aqueles pôsteres na parede do seu quarto”. “Uma pessoa faz você acreditar que existe amor e quando você menos espera acaba por fazer seu mundo virar”, comenta.

Como de praxe a banda começou através da amizade e diversão e hoje procura fazer um trabalho sério para atrair várias tribos e idades e agradar o máximo possível. Diferente de outras bandas, que não têm visão alguma sobre o cenário underground em sua cidade ou sobre a utilidade de sua música, a Rodovia 73 busca a cooperação entre os músicos, já que, como criticaram, os grupos se destroem através de críticas infundadas, “Eles buscam o crescimento difamando outras bandas”, disseram. Além disso, a Rodovia 73 é ciente dos efeitos da música em seus ouvintes, “Ela tranqüiliza, apazigua e diverte”. O vocalista Kurt Ramone reclama da falta de espaço para os músicos, não de espaço físico, mas de oportunidades.

História

Em julho de 2008, Pasmo, Gaúcho e Sherman montam a banda para fazer festas entre amigos tocando músicas próprias e clássicos ao estilo hardcore e punk rock como Ramones, Gritando HC e Lind Pigs. Por motivos de estudo Pasmo e Gaúcho se desvincularam da banda.

Desde então as coisas foram se desenrolando para a formação atual. “Sherman me chamou, estava procurando um baixista, então fui tocar pensando em criar algumas canções”, disse Kurt Ramone, o vocalista e guitarrista atual. Felipe tocava bateria e guitarra, “Como ele tinha mais domínio nos instrumentos de corda, foi convidado pra tocar baixo”, disse Sherman.

Perfil dos Integrantes

Alexandre “Sherman” Strapazão (bateria e voz), sherma_emc@hotmail.com, é solteiro, tem 21 anos, faz aniversário em 22/07 , seus pais são católicos, ele diz. Suas bandas preferidas são Blink 182, The Distilers, Rancid, Dead Fish. Aos 13 anos tocava bateria na banda Sustenido 84 cujo estilo era hardcore melódico. Já tocou contrabaixo e voz na Genérix hardcore há 4 anos. Seus ídolos são Matt Firman, baixista do Rancid, “Um dos melhores baixistas que existe no mundo”, disse. Brody Dale (vocalista da banda The Distilers), “Pela sua personalidade e beleza”. Cozinha: Lazanha de frango e macarronada da mami. “Meu hobby é cozinhar lazanha, macarronada e cachorro quente e fazer amigos e incomodá-los (risadas)”. Cinema: Comédia adolescente. Filmes: Eu, Eu mesmo, e Irene, American Pie, Curtindo uma Viajem, Cara Cadê Meu Carro. Livros: Uma vida de droga, Código da Vinci e a Cabana. Contato sherma_emc@hotmail.com

Kurt Ramone, vocal e guitarra, tem 18 anos, faz aniversário em 26/09, gosta do filme O ultimo suspeito, e dos estilos de ação e comédia. Livros: Artemis Fowl e o Menino Prodígio do Crime. Musica: Nirvana, The Distillers, Ramones, Social Distortion, Black flag, Pink Floyd, The Doors e Raul seixas. Ídolos: Kurt Donald Cobain, Brody Dale, Phil Anselmo e João Gordo. Hobby: Paraíso e Jack Ass. Contato morf3u_@hotmail.com. Foi vocalista na banda Shadows que tocava hard rock há 3 anos e tinha como integrantes Carlão Blues, guitarrista, Samuel, baixo, Guilherme (AF2), guitarra e Diego, bateria.

Felipe Lara (baixista) felip-eeee@hotmail.com o aquariano tem 16 anos, o mais novo, faz aniversário em 5/2 e é católico. Livros: Paulo coelho. Bandas: Aborto Elétrico, Gloria e Barão Vermelho. Seu ídolo é Raul Seixas, “O melhor rockeiro do Brasil”. Cozinha: Tortéi. Hobby: tomar cerveja.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Banda Born Again Shell lançará o 1º CD

A BASH acima de tudo busca fazer alguém se sentir melhor em um dia ruim


Na foto Diego (guitarra/vocal), Noah (baixo/vocal) e Rafusko (bateria).

Rock sempre foi sinônimo de diversão, buscando essa diversão que surgiu a Born Again Shell. Em 2005 um grupo de amigos se reúne usando o rock como sua principal ferramenta para buscar espaço no mundo da música.

Em meio tanta dificuldade, concorrência e preconceito a Born Again Shell aposta numa música feita de forma natural que descreve um pouco as situações rotineiras de pessoas e seus sentimentos. E essa aposta tem atingido o público satisfazendo a cada integrante da banda. Em 2008 a banda tomou proporções maiores atingindo um publico que antes parecia ser impossível para os integrantes.

A banda que conta com Diego (guitarra/vocal), Noah (baixo/vocal) e Rafusko (bateria), lançou seu segundo EP intitulado (Amostra grátis) conseguindo ficar entre os dez mais ouvidos no ranking do site de relacionamentos MySpace Brasil, um dos maiores do mundo.

Logo após passou por vários estados do país, incluindo Brasilia-DF e São paulo, arrastando um público que vem mostrando como valeu a pena esse esforço todo. A BASH se prepara para lançar seu mais importante trabalho até aqui, o seu 1º CD que foi gravado em Curitiba-PR na ultima sexta-feira.

Contato: (46) 8822-7209 / (46) 9101-1027

http://www.bornagainshell.com
http://www.fotolog.net/bornagainshell

http://www.myspace.com/bornagainshell

Perfil dos Integrantes

Diego Medeiros, 20 anos, vocalista, guitarrista, solteiro / Bandas Preferidas: Ramones, Blink 182, MxPx, Sum 41. / Música Preferida: Poison Heart do Ramones e come Here do Blink 182. / Ídolos: Tom Delonge, Mike Herrera e C.J. Ramone.

Samuel Lucas (Noah), baixista, 18 anos, solteiro / Bandas Preferidas: Blink 182, Sum 41, Mcfly, Yellowcard, Bowling for Soup, AFI, Skid Row, Death Cab for Cutie, Millencolin. / Música Preferida: Adam’s Song do Blink e tambem Firewater do Yellowcard. / Ídolos: Mark Hoppus, Sebastian Bach, Nikola Sarcevic.

Rafael Antunes (Rafusko), 21 anos, baterista e casado / Bandas preferidas: Blink 182, Good Charlotte, MxPx, Sum 41. / Música Preferida: Story Of A Lonely Guy do Blik 182. / Ídolos: Travis Barker.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Banda Sem Domínio

Na foto Jhonatan Trindade Picini, Alissom Balbino e Reinaldo Tibola.

www.fotolog.net/semdominio

A banda Sem Domínio foi formada em 2005 e já teve várias formações. Segundo os integrantes a banda faz o possível para manter o rock sempre na ativa procurando fazer um som que agrade a todos sem fugir do desejado pela própria banda, “Sempre na expectativa de um lugar ao sol, com letras simples e melodias grudentas, esperamos sempre a clareza para os ouvidos nos identificando com o público”.

Perfil dos Integrantes

Alisson Balbino (Ali): Já passou por várias bandas da cidade tocando bateria. Hoje é vocalista e guitarrista da “SD”. Libra, namorando, gosta de viajar pescar e jogar futebol. Comida: Vários tipos, para beber prefere a soda. Em se tratando de cinema prefere filmes de suspense e terror. Curte a banda Foo Fighters e a música Best of You desta banda, seu cantor preferido é o Dave Grohl. Na TV assiste ao Top Top da MTV. Alisson conta que já passou por mais de 5 bandas e gravou várias músicas de sua autoria. Seu humor depende do clima. Quer ter sorte na banda.

Jhonatan Trindade Picini (Half), baterista, aquário, namorando. Atividades: Sem Domínio”. Comidas: Strogonoff de Frango da mãe. Música: Limp Bizkit, Sum 41, Nirvana, RHCP, Foo Fighters, Hateen, The Used, Raimundos, Ventania, Buckcherry, Bowling For Soup, vish, daria pra falar o dia inteiro! Programas de TV: Pânico, Repórter Cidadão, Vale a Pena Ver de Novo?! Filmes: Hooligans, Alpha Dog, V de Vingança, Rockstar. Também da cidade de Francisco Beltrão, Half é o mais jovem e, como os outros, também já teve passagem por algumas bandas. É um dos criadores da banda e da formação inicial é o único que resta.

Reinaldo Tibola (Rei), baixista, leão, namorando. Comida: Não resisto a uma lasanha. Música: Gloria, Sum 41, Foo Fighters, Hateen, Silverchair e por aí vai... Programas de TV: Video Show e Pânico. Filme: "Tenacious D" e a Palheta do Destino. Natural da cidade de Francisco Beltrão, Rei é o mais novo integrante da banda. Também já teve passagem por algumas bandas.

Contatos com a banda: (046) 9918-1870 - (46)3523-1583 - (046) 9917-9887 - (46)3523-7166

sábado, 17 de maio de 2008

2º Manifesto Cultural ARTPOIESE está sendo preparado

Vídeo do 1º Manifesto Cultural em 2007



http://www.artpoiese.com

quinta-feira, 13 de março de 2008

Bandas da região na Expobel


Nesta segunda-feira o público da Expobel voltou-se para os “Valores Regionais”. Quatro bandas foram escolhidas pela administração do evento. As bandas são Born Again Shell, McFlys, Inatus e Selvagens do Asfalto em ordem de apresentação. Rafael Barzoto, responsável pela avaliação das bandas, disse que as elas foram escolhidas de acordo com o material que enviaram como CD, perfil ou música própria. Disse ainda que mais de 20 bandas se inscreveram e que não seria possível que mais bandas tocassem devido à falta de tempo e também por que seria difícil realizar as trocas já que os músicos teriam que fazer vários ajustes e a substituição de equipamentos.

O evento, que é o maior da região, ocorreu em Francisco Beltrão na região Sudoeste do Paraná.

Contato com as bandas:
http://www.bornagainshell.com contato@bornagainshell.com / Francisco Beltrão
http://www.fotolog.com/the_mcflys contatomcflys@hotmail.com / Francisco Beltrão
http://www.fotolog.com/inatus kurtbarbosa@hotmail.com / Pato Branco

Fotos

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Banda beltronense faz sucesso no MySpace

O trio punk Born Again Shell lançou na semana passada um EP Virtual intitulado “Amostra Grátis” com 4 músicas novas. Logo no primeiro fim de semana o grupo alcançou a marca de 10 mil visualizações, chegando em 8º lugar no ranking do MySpace (site de relacionamentos).

Confira as músicas

Na foto, Rafusko (bateria), Noah
(baixo e vocal) e Diego (vocal e guitarra).

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Música, a arte em favor da saúde

A música curativa

A idéia de que a música afeta a saúde e o bem-estar das pessoas já era conhecida por Aristóteles e Platão. Somente na segunda metade do século 20, porém, os médicos conseguiram estabelecer uma relação entre a música e a recuperação de seus pacientes.

No final da Segunda Guerra Mundial, músicos foram chamados para tocar em hospitais como forma de auxiliar o tratamento dos feridos. Como a experiência surtiu resultados positivos, as autoridades médicas dos Estados Unidos decidiram habilitar profissionais para utilizar criteriosamente a música como terapia. O primeiro curso de musicoterapia foi criado em 1944, na Universidade Estadual de Michigan.

O início

A palavra música é de origem grega, "musiké", e designava não só a melodia executada através de instrumentos, mas também o canto e a dança. As três artes apresentavam-se ligadas, nos tempos antigos, tendo sido apreciadas por ricos e pobres, indistintamente, em todas as civilizações. Os egípcios, os sumérios, os assírios, os fenícios, os judeus, os chineses inventaram os antepassados de nossos instrumentos musicais. Os gregos gostavam muito de música, tanto que chegaram a preparar belos festivais por ocasião das grandes cerimônias religiosas e introduziram o canto coral nos espetáculos teatrais.

Os primeiros cristãos não apreciavam as músicas pagãs e, para louvar a Deus, mandavam executar nas igrejas apenas cantos simples e puros como suas preces, sem nenhum acompanhamento musical. Somente no século IX permitiram a introdução de um instrumento poderoso, de grande efeito, que produz sons quentes e plenos, semelhantes aos emitidos pela voz humana: o órgão. Seus cantos, singelos e austeros, um pouco arrastados e monótonos, tinham como função explicar as várias fases da missa aos fiéis e fazê-los participar mais diretamente das cerimônias religiosas. Papas e bispos compuseram vários hinos. Entre os primeiros hinógrafos encontra-se o bispo de Milão, Santo Ambrósio, que viveu no século IV. As regras do canto litúrgico foram fixadas no século VI pelo papa Gregório Magno. Por esta razão este canto é chamado Canto Gregoriano.

Os testes evidenciam

Testes realizados no Laboratório de Neurofisiologia Clínica do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto (FMRP) evidenciaram o poder da música sobre a atividade elétrica cerebral.

Durante seis meses, os pesquisadores analisaram as reações do cérebro, as condições da laringe e o poder de acústica da voz dos dois grupos de pessoas (cantores e não-cantores), utilizando técnicas e equipamentos como Eletro-encefalograma, para o mapeamento cerebral, e um analisador acústico digital.

A análise dos cantores líricos, enquanto cantavam, mostrou ativação da região frontal esquerda. Esta área do cérebro está relacionada com processos de verbalização, atenção e emoções positivas, como alegria e prazer. Também foi observada a ativação da região temporal direita que é relacionada à cognição musical.

Os pesquisadores comentam que foi observada também uma ativação das áreas relacionadas à linguagem. Este fato sugere que a estimulação musical precoce possa levar a um melhor domínio da linguagem verbal. "Se a criança for estimulada desde cedo com a música, ela vai desenvolver partes do cérebro mais do que outras" concluem.

Vários estudos têm demonstrado os efeitos do treinamento musical não só na habilidade verbal, mas também em outros domínios como matemática, raciocínio espacial, coordenação motora e sensibilidade. Pesquisadores americanos observaram que a estimulação musical precoce (antes dos sete anos de idade) pode levar a um maior desenvolvimento tanto anatômico (aumento de tamanho do cérebro) como funcional (maior atividade dos neurônios) de algumas áreas do cérebro.

Memória e atenção redobradas

Pesquisadores da universidade canadense McMaster compararam durante um ano crianças com idades entre 4 e 6 anos que tinham aulas de música com outras que não tinham.

Eles descobriram que o grupo que tinha aulas de música tinha desempenho melhor em testes de memória - desenvolvidos também para avaliar as habilidades da criança em alfabetização e matemática. O estudo, publicado na revista científica online Brain, também mediu as mudanças nas respostas cerebrais das crianças a sons.

Os pesquisadores identificaram mudanças no grupo “musical” em um período de até quatro meses. “Este é o primeiro estudo que mostra que as respostas do cérebro em crianças jovens treinadas e não treinadas musicalmente evoluem de forma diferente no período de um ano”, diz o pesquisador-chefe Laurel Trainor.

Música analgésica

Uma pesquisa feita nos Estados Unidos confirmou que ouvir música pode ter um efeito positivo sobre pessoas que sofrem de dores crônicas. A equipe de pesquisadores testou os efeitos de música em 60 pacientes que há anos sofriam de dores crônicas.

De acordo com o estudo, divulgado pela publicação especializada Journal of Advanced Nursing, a redução dos níveis de dor daqueles que ouviam música foi 21% superior do que a dos que não ouviam. O índice dos que sentiam depressão em decorrência da dor crônica também diminuiu 25%, enquanto que o índice dos que não escutavam música com regularidade permaneceu inalterado.

Os participantes da pesquisa foram pessoas que vinham sofrendo de condições como osteoartrite, problemas de disco e artrite reumática há mais de seis anos.

"Nossas conclusões mostraram que ouvir música tem um efeito estatístico considerável, reduzindo sensações de dor, depressão e incapacidade e aumentando sensações de poder.”, afirma a Dra. Sandra Siedlkecki, da Cleveland Clinic Foundation, instituição por trás do estudo.

Sono perfeito

Apenas 45 minutos de música relaxante antes de dormir podem ser o suficiente para garantir uma boa noite de sono, segundo pesquisadores de Taiwan. Os especialistas avaliaram os padrões de sono de 60 pacientes, todos com problemas para dormir.

Eles disseram ao Journal of Advanced Nursing que a técnica é fácil de aprender e não tem os efeitos colaterais de outros tratamentos.

Os participantes da pesquisa podiam escolher entre ouvir música ou nada antes de dormir. Os que optaram pela música podiam escolher entre cinco tipos diferentes de música suave, lenta, como jazz, músicas folclóricas ou de orquestra.

As pessoas do grupo que ouvia música comunicaram uma melhora de 35% no seu sono, incluindo uma noite de sono mais longa e melhor e menos disfunções durante o dia.

Ouvir música provoca mudanças físicas que ajudam o sono repousante, incluindo ritmo mais baixo de respiração e do coração, segundo os pesquisadores.

Os sentidos

A execução de um instrumento musical qualquer exige uma percepção dedicada de todos os sentidos. Quando um músico em uma orquestra, por exemplo, lê a partitura, está distinguindo diversas formas espaciais de tamanhos milimétricos, exigindo um refinamento do sentido da visão. Além disso, ele tem de diferenciar diversas modalidades de som, como timbre, ritmo e intensidade sonora.

Um dos maiores benefícios contínuos da educação musical, portanto, é o delicado balanço do desenvolvimento do sistema sensorial por meio da estimulação simultânea dos sentidos. Esse tipo de estimulação forma redes de neurônios ricas no córtex de associação do cérebro.

O efeito Mozart

O Efeito Mozart é um termo cunhado por Alfred A. Tomatis para um alegado aumento no desenvolvimento cerebral que ocorre em crianças com menos de 3 anos, quando elas ouvem música de Wolfgang Amadeus Mozart. A idéia do Efeito Mozart surgiu em 1993 na Universidade da Califórnia, em Irvine, com o físico Gordon Shaw e Frances Rauscher, uma expert em desenvolvimento cognitivo. Eles estudaram os efeitos sobre algumas dúzias de estudantes universitários de escutar aos primeiros 10 minutos da Sonata Para Dois Pianos em Ré Maior (K.448) de Mozart. Eles encontraram um melhoramento temporário do raciocínio espaço-temporal, conforme medido pelo teste Stanford-Binet de QI. Ninguém mais foi capaz de reproduzir seus resultados. Pelo menos um pesquisador descobriu que ouvir Mozart torna algumas pessoas mais burras (Halpern). Outro comentou que "o máximo que poderia ser dito a respeito da experiência deles seria que ouvir a um mau Mozart melhora o QI de curto-prazo" (Linton). Rauscher prosseguiu para o estudo dos efeitos de Mozart sobre ratos. Ambos Shaw e Rauscher têm especulado que a exposição a Mozart melhora o raciocínio espacial e a memória em humanos.Em 1997, Rauscher e Shaw anunciaram ter provas científicas de que instrução em piano e canto são superiores a instrução em computação para aumentar as habilidades de raciocínio abstrato em crianças.A experiência incluiu três grupos de pré-escolares: um grupo recebeu aulas particulares de piano/teclado e aulas de canto; um segundo grupo recebeu aulas particulares de computação; e um terceiro grupo não recebeu nenhum treinamento. Aquelas crianças que receberam treinamento em piano/teclado tiveram desempenho 34% melhor, em testes medindo habilidade espaço-temporal, que os outros. Estas descobertas indicam que a música melhora de forma única as altas funções cerebrais exigidas pela matemática, xadrez, ciência e engenharia.

Entrevistas

Simone de Miranda, beltronense, 18 anos, é caloura no curso de música da UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso), era professora na escola de música de sua tia Luciane, a Arte & Som, e foi lá que deu seus primeiros passos, influenciada também por sua mãe. Simone, que prefere músicas nacionais, começou aprendendo piano e teve aulas de musicalização. Razão e emoção explicam o seu gosto pela música. “Além de ser uma ótima forma de expressão ela também é muito interessante em seus conceitos”, diz ela. “Me refugio constantemente na música”.Você acha que o gosto por um estilo pode decifrar o comportamento ou o temperamento de uma pessoa? Sim. Por que as pessoas vão ouvir algo que se identifique com elas mesmas.Simone defende que a música deveria ser uma disciplina na escola alegando que o desenvolvimento dos alunos seria maior.

Pedro Henrique Leite, beltronense, 20 anos, estudante de direito em Curitiba, teve influência de seu avô, Heitor Ferreira Leite, primeiro músico instrumentista de Francisco Beltrão, as especialidades deste eram violino, violão clássico, trompete, sax e acordeom. “Com ele aprendi as coisas básicas da música e principalmente a gostar da produzir música”, diz. Você acha que o gosto por determinados estilos pode falar da personalidade e do temperamento da pessoa? “Obviamente. Balzac dizia que o homem é o que come. Alguns estilistas modernos - em defesa de sua categoria, é claro - dizem que o homem é o que ele veste. Outros, todavia, dizem que o homem é o que ele ouve. É claro que essa regra não se aplica integralmente, mas quando se fala em influências, tudo vale. Basta ver como se comporta um aficionado pelo Metal do Inferno de IronMaiden, em relação a uma a um admirador do mesmo "HELL SONG", das mãos de Ludwig Van Bethoven.”


João Pedro Busetti, 20 anos, beltronense e estudante de arquitetura em Curitiba, diz que foi influenciado por seu irmão quando este comprou uma guitarra. “Cada um tem sua particularidade, é complicado preferir um instrumento, mas um violão bem tocado sempre cai bem.” João, que hoje prefere ouvir músicas nacionais, diz que a música já é utilizada pedagogicamente em muitos lugares e que há um manifesto pela implantação do ensino de música nas escolas. Quanto às propriedades curativas da música, diz que se refugia ouvindo música quando envolvido por tristezas, más sempre com a cabeça no lugar. “A música prova que nós não somos tão diferentes quanto imaginamos, todos são tocados de alguma forma pela música.” argumenta ainda.

Fabíola Pereira é beltronense e estuda direito no Cesul, é professora de Técnica Vocal e Violão da escola de música Arte & Som. Ela diz que foi influenciada pelo pai que quis que ela fizesse aulas de violão, embora, hoje, ela prefira o piano. Quando perguntado a preferência quanto a músicas nacionais ou internacionais, ela diz “Não da pra dizer o que eu prefiro em relação a músicas nacionais e internacionais, ambas têm muita coisa boa como muita coisa ruim. Estou num momento muito Elis Regina.Ela também apóia que a música deveria ser matéria na escola ou ao menos usada para disciplinar ou sensibilizar os alunos.

Segundo Fabíola, o gosto por determinados estilos, pode dizer muito da pessoa e até da maneira que ela se veste. “Quando eu estou triste procuro muito a música, ela ajuda a aliviar toda aquela dor, você precisa expressar aquilo, é uma forma de alívio, de desabafo.”, acrescenta.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Nada se cria tudo se transforma

O significado do natal está para ainda antes do nascimento de Jesus Cristo. Na tentativa de popularizar a festividade cristã os clérigos da igreja católica resolveram se ajustar aos cultos pagãos. O solstício de inverno ou Yule é comemorado pelos pagãos do hemisfério norte na data de 22 de dezembro e significa o ano novo, é o período em que o sol está mais afastado do planeta naquele local.

Os pagãos (ou camponeses) eram os habitantes da Europa Antiga que praticavam a bruxaria, como é chamada pelos católicos a capacidade de realizar interferência no estado físico ou mental de uma pessoa através de ervas ou evocando entidades espirituais. Hoje a bruxaria tem várias doutrinas vertentes, uma delas é a Wicca criada por Gerald Gardner na década de 50, uma das mais novas sobre os cultos pré-cristãos.

A adaptação da igreja começou a partir de o século IV, quando o Cristianismo se tornou religião oficial em Roma, maior império do mundo na época. Embora a religião fosse oficial, os camponeses resistiram às conversões. A Igreja então se obrigou a reelaborar seus cultos para atrair mais fiéis.

A bruxaria é muito associada a rituais maléficos como orgias ou assassínios cometidos a animais e crianças para oferenda ao diabo. Na realidade estes aforismos católicos foram semeados com um único objetivo, de incutir o medo. Os escandinavos não acreditavam em mal absoluto.

A Saturnália, festividade romana dedicada ao deus Saturno, provavelmente deu origem a tradição de decorar a árvore de natal. Os romanos penduravam mascaras de Baco, deus do vinho, em pinheiros. O amigo secreto também tem ligações com os pagãos, nesta época do ano, início do inverno no hemisfério norte e do verão no hemisfério sul, era comum as pessoas se presentearem no Yule.

Há disparidades no que se refere à data correta do nascimento de Jesus, más a real importância que devemos ao natal é o da celebração à vida, luta e morte do ser mais evoluído que já pisou neste planeta.